Há uma palavra na língua portuguesa que é…
Há uma palavra na língua portuguesa que é sempre pronunciada incorretamente. Qual é a palavra?
Há uma palavra na língua portuguesa que é sempre pronunciada incorretamente. Qual é a palavra?
Um novo aluno conheceu o Mestre Zen depois de viajar centenas de quilômetros em sua carroça. Ele estava compreensivelmente satisfeito consigo mesmo por ter sido selecionado para aprender os passos do grande mestre.
Na primeira vez em que eles se encontram formalmente, o Mestre Zen perguntou: “Posso lhe fazer uma pergunta simples?“
“Seria uma honra!” , respondeu o estudante.
“Qual é maior, o que não tem começo ou o que não tem fim?” perguntou o Mestre Zen. “Volte quando você tem a resposta e puder explicar o porquê.”
O estudante fez inúmeras viagens de volta trazendo sempre uma resposta diferente, mas sempre o mestre fazia um aceno negativo de desaprovação.
O Mestre Zen finalmente disse: “Talvez eu devesse fazer outra pergunta?”
“Oh, por favor!” suplicou o estudante exasperado.
O Mestre Zen então disse: “Como você não soube responder àquela pergunta, então responda a essa simples charada. Quando é que uma pedra pode conter o mar?”
Mais uma vez o estudante foi rejeitado. Várias outras perguntas foram feitas e nunca ele acertava a resposta.
Finalmente, completamente exasperado, o estudante começou a chorar: “Mestre, eu sou um idiota completo. Que não consegue resolver nem mesmo o mais simples enigma que você me diz!”
De repente, o estudante parou, sentou-se e disse: “Eu estou pronto para minha segunda lição.”
Qual foi a primeira lição do Mestre Zen?
Dica: A resposta não está na solução dos enigmas. Quem está ensinando quem?
A primeira lição era que, com o intuito de aprender com o Mestre Zen, o aluno deveria estar fazendo as perguntas, e não o Mestre Zen.
Se você está se perguntando o que é muito maior, ou como é que uma pedra pode segurar o mar, eu não sei. Desculpe. Vá perguntar a um Mestre Ze! No entanto, se você tiver uma resposta muito boa, eu adoraria saber, coloque nos comentários :)
Um viajante chega a uma bifurcação na estrada que leva a duas aldeias. Numa aldeia as pessoas sempre dizem mentiras, e na outra aldeia as pessoas sempre dizem a verdade. O Viajante precisa realizar negócios na aldeia onde todos dizem a verdade. Há um homem de uma das duas aldeias em frente a bifurcação, mas não há nenhuma indicação de qual aldeia ele é. O viajante se aproxima do homem e faz uma pergunta. Depois de ouvir a resposta, ele sabe qual caminho seguir.
O que é que o viajante perguntou?
O viajante perguntou “Qual o caminho que vai para a tua aldeia?”. Ele, então, segue pela estrada que o morador apontou, porque uma pessoa sincera, iria apontar para a aldeia das pessoas que falam a verdade e uma pessoa mentirosa também apontaria para a aldeia das pessoas que falam a verdade, pois sendo um mentiroso, não iria apontar para a sua própria aldeia.
Você morre em um acidente de avião e agora encontra-se em frente a duas portas: uma leva você para o céu e uma vai levar você para o inferno por toda a eternidade. Há um monstro idêntico em frente a cada porta. Você encontra instruções afixadas na parede atrás de você.
Você pode fazer apenas uma pergunta e você só pode direcioná-la para apenas um dos monstros. Um monstro sempre vai mentir para você –independentemente da sua pergunta– e o outro vai sempre dizer a verdade. E somente os próprios monstros sabem qual vai mentir e qual falará a verdade.
Isso é tudo o que é dito a você….
Qual é a pergunta ( e única pergunta) que vai garantir a você passagem para o Céu, e porquê?
Pergunta a qualquer um dos monstros a seguinte pergunta: “Se eu perguntasse ao outro monstro qual é a porta para o céu, para qual porta ele iria apontar?”
Agora quando o monstro responder apontando para uma das portas, você simplesmente escolhe a outra!
Um certo gatinho chamado Tido sempre vivia em seu cesto, mas uma vez ele resolveu sair, qual o nome do filme?
O Cesto Sem Tido (O Sexto Sentido)
Jolito foi capturado por uma bruxa má. Ela, no entanto, diz que se ele conseguir resolver a charada afixada na parede, ela o deixará ir embora. A charada diz:
Eu posso correr rapidamente e em silêncio quando você quer que eu fique imóvel,
Eu posso me mover lentamente e com cautela e sou seu para preencher.
Você olha para mim muitas vezes e ainda assim você sempre me esquece,
Eu sou o assassino mais temido, mas você não pode viver sem mim.
Às vezes você me tem de sobra
Mesmo assim, quando você precisa de mim, eu não estou lá
Você pode me perder, ou me valorizar , você escolhe o caminho,
Mas uma vez que você está escolhe, você nunca pode me ter de volta.
Qual é a resposta para essa charada?
Tempo!
Na terra de Cerebipia, existe três raças de pessoas:
Mikkos, que dizem a verdade o tempo todo, Kikkos, que sempre contam mentiras, e Zikkos, que dizem afirmações falsas e verdadeiras alternadamente, em que a ordem não é conhecida (ou seja, verdadeiro, falso, verdadeiro ou falso, verdadeiro, falso).
Ao entrevistar três cerebipianos, um estrangeiro recebeu as seguintes afirmações:
Pessoa; 1: Eu sou um Mikko.
Pessoa; 2: Eu sou um Kikko.
Pessoa; 3: A) Ambos estão mentindo. B) Eu sou um Zikko.
Você pode ajudar o estrangeiro muito confuso a determinar quem é quem, assumindo que cada pessoa representa uma raça diferente?
Você está dirigindo seu carro a noite durante uma grande tempestade. Você passa por uma parada de ônibus. Há três pessoas que estão esperando pelo ônibus: uma velha senhora doente que está prestes a morrer, um médico que salvou sua vida antes, e uma mulher com que você sempre sonhou que fosse sua namorada.
Você só pode levar um passageiro, qual você vai escolher?
É noite, um homem deseja ir da cidade A para a cidade B e o único meio de travessia é uma ponte, e o tempo para atravessá-la é de 10 minutos.
No meio da ponte há um guarda que passa 5 minutos dormindo e 5 minutos acordado. Esse guarda, sempre que vê alguém atravessando a ponte, manda a pessoa voltar, pois é proibida a travessia a noite.
Como o homem faz para atravessar a ponte e chegar na cidade B?
Ele espera o guarda dormir, então começa a atravessar a ponte. Quando faltarem alguns segundos para o guarda acordar, ele dá meia volta e começa a andar em direção a sua cidade. O guarda vai pensar que ele estava indo para a cidade A e vai mandá-lo de “volta” para a cidade B.
Um garoto entra em uma barbearia e o barbeiro sussurra para o seu cliente, “Este é o garoto mais burro do mundo. Assista enquanto eu vou provar para você.”
O barbeiro colocou uma moeda de R$ 1,00 em uma mão e duas moedas de 25 centavos na outra, em seguida, chamou o garoto e perguntou: “Qual você prefere, filho?” O garoto pegou as moedas de 25 centavos e saiu.
“O que eu te disse?” disse o barbeiro. “Aquele garoto nunca aprende!”
Mais tarde, quando o cliente saiu, ele viu o mesmo garoto saindo de uma sorveteria. “Ei filho, posso lhe fazer uma pergunta? Por que você sempre escolhe as moedas de 25 centavos ao invés da moeda de 1 real?”
O que o garoto respondeu?
O garoto lambeu o sorvete e respondeu: “Porque no dia em que eu pegar a moeda de 1 real a brincadeira acaba”.
Helena mora em Gramado, no Rio Grande do Sul, ela tem 67 anos e mora sozinha. Sempre que a campainha de sua casa toca, ela veste um casaco e coloca um chapéu, só então ela abre a porta. Helena não é nada vaidosa e nem está com frio, por que ela tem esse hábito tão estranho?
Aviso: A dica abaixo pode tornar a resposta muito fácil.
Dica: Na casa dela não tem “olho mágico” na porta.
Se for uma visita que ela quer receber, ela diz que acabou de chegar, se for uma visita que ela não quer receber, ela diz que está de saída.
Um cara que vive no 20 º andar de um prédio, se levanta cedo todas as manhãs para ir trabalhar em uma loja do centro. Ele sempre entra no elevador no 20 º andar e desce até a entrada (1 º andar).
Quando ele chega em casa, ele entra no elevador da entrada e vai até o 8 º andar. Ele sai do elevador e caminha pelas escadas até seu apartamento no 20 º andar.
Por que é que ele não vai do elevador direto até o andar onde mora?
Dica: Em dia de chuva ou quando há mais alguém no elevador ele não faz isso.
O rapaz tem baixa estatura e só consegue alcançar o botão do oitavo andar.
Henrique foi pego roubando gado, e foi trazido para a cidade para ser feito justiça. A juiza é sua ex-mulher Gabriela, quer quer mostrar alguma boa vontade, mas a lei exige claramente que dois tiros devem ser dados em Henrique a curta distância. Para tornar as coisas um pouco melhor para Henrique, Gabriela diz que ela vai colocar duas balas em um revólver de seis tiros em ordem sucessiva. Ela irá girar o tambor do revolver, fechar e disparar um tiro. Se Henrique ainda estiver vivo, ela, então, irá dar outro tiro, ou girar o tambor antes de disparar novamente.
Henrique está um pouco incrédulo que a sua própria ex-mulher iria levar a cabo a punição, e um pouco triste que ela sempre foi uma seguidora de regras. Ele fica tenso ao ver Gabriela colocar as balas, girar o tambor e puxa o gatilho. Ufa! Ele estava salvo. Em seguida, Gabriela pergunta: “Você quer que eu a puxe o gatilho de novo, ou eu devo girar o tambor uma segunda vez antes de puxar o gatilho?”
O que Henrique deve escolher?
Henrique deve preferir que Gabriela puxe o gatilho novamente sem girar!
Sabemos que a primeira câmara que Gabriela disparou era uma das quadro câmaras vazias. Uma vez que as balas foram colocadas em ordem consecutiva, uma das câmaras vazias está ao lado de uma câmara com uma bala e as outras três estão vazias estão ao lado de outra câmara vazia.
Então se o Henrique pedir que a Gabriela puxe o gatilho de novo, a probabilidade de que uma bala seja disparada é de 1/4.
Se Gabriela girar novamente o tambor, a probabilidade de que ela acerte Henrique seria de 1/3, uma vez que existem duas possíveis balas que estariam na posição de disparo de seis possíveis câmaras que estariam em posição.
Havia uma festa privada cheia de celebridades numa famosa boate de Porto Alegre. Para evitar a entrada de penetras(pessoas que não foram convidadas), foi estabelecido um código secreto. A coisa funcionava assim: sempre que uma pessoa chegava, o segurança da boate dizia para ela um número e a pessoa teria que dizer um outro número em resposta( seguindo uma regra que só os convidados sabiam). Se fosse o número correto, sua entrada era autorizada.
Quando; a primeira pessoa chegou, o segurança disse: ”um” e a pessoa respondeu:”2”. Sua entrada foi autorizada.
Quando; a segunda pessoa chegou, o segurança disse: ”dois” e a pessoa respondeu:”4”. Sua entrada também foi autorizada.
Um rapaz que acompanhava a tudo atentamente, decidiu tentar entrar.
Quando ele chegou, o segurança disse: ”três” e ele respondeu: ”6” . Mas a sua entrada não foi permitida.
Qual seria a resposta correta?
Ele deveria ter respondido “4”. A regra para entrar na boate era simples. Quando um número era dito, a pessoa deveria dizer quantas letras possuía aquele número.
Por exemplo:
1 (um) = 2 (duas letras)
2 (dois) = 4 (quatro letras)
3 (três) = 4 (quatro letras)
Charadas Abril 16, 2024, às 20:22 Permalink
Incorretamente!