O que é que o ovo disse para…
O que é que o ovo disse para o ovo mais velho?
O rei Henrique III já estava velho e decidiu que apenas um de seus filhos iria administrar sua fortuna. Para escolher qual filho seria o administrador, ele propôs uma corrida de cavalos. Ganharia aquele cujo cavalo chegasse por último às margens do rio Vesúvio. Os dois filhos montaram nos seus cavalos e cavalgaram lentamente em direção ao rio Vesúvio.
Após algumas horas de cavalgada eles perceberam que a corrida ia durar muito tempo, então decidiram se aconselhar com um velho sábio que ia passando. Depois disso eles cavalgaram o mais rápido que podiam para chegar às margens do rio em primeiro lugar.
O que o sábio disse a eles?
Troquem os cavalos!
O que a areia disse para o mar?
Deixa de onda.
O detetive Lauro recebeu um telefonema de um fazendeiro inquieto no início da manhã. Uma de suas lhamas premiadas havia desaparecido enquanto ele acompanhava com atenção uma lhama prenha. Aparentemente, o fazendeiro não tinha feito nada além de acompanhar a lhama por dias, pois o nascimento poderia ocorrer a qualquer momento. No entanto, ele ainda precisava alimentar as outras lhamas, por isso, enquanto saiu rapidamente para alimentá-las, o fazendeiro notou que uma de suas favoritas lhamas estava faltando. E também devia ser algo recente, a julgar pelo fato de as outras lhamas ainda estarem rondando o portão, um lugar que normalmente elas evitam. O fazendeiro queria que o detetive Lauro viesse imediatamente para investigar. Lauro concordou, desligou o telefone e pegou as chaves do carro.
Do lado de fora da fazenda de lhamas, o detetive Lauro viu uma van estacionada junto ao portão. A pessoa dentro viu e saiu com um sorriso nervoso. Lauro cumprimentou o homem e perguntou o que ele estava fazendo ali. O homem se identificou como um especialista em lhama, e disse que tinha chegado à fazenda para ajudar com um novo nascimento.
Lauro balançou a cabeça e disse: “Deve ser um trabalho muito difícil ser um especialista em lhamas.”
“Ah, sim”, disse ao homem: “Às vezes, há tantas crianças de lhama nascendo, que eu acho muito cansativo todo esse trabalho árduo, e durmo logo que chego em casa.”
“Bem, eu receio que você não vai a lugar nenhum hoje à noite, exceto à cadeia se você não devolver a lhama que roubou deste fazendeiro inquieto, Sr. Especialista.” Lauro disse com um leve sorriso no rosto.
Como o detetive Lauro sabia que a razão do homem estar ali era falsa? E como o detetive Lauro sabia que homem, na verdade, levou a lhama?
O detective Lauro sabia que o homem estava mentido por 3 motivos:
Primeiro, o homem disse que estava lá para ajudar com o nascimento. Ele não poderia saber sobre o nascimento recente, porque o fazendeiro não tinha feito nada além de acompanhar a lhama prenha, até que ele teve que sair para alimentar as outras lhamas. Portanto o fazendeiro nunca chamou o especialista em lhama, e mesmo se fizesse, ele nunca teria chamado assim no final da gravidez.
Segundo, o “especialista em lhama”, referiu-se ao bebê lhama como uma criança em vez do termo correto de “cria”.
Terceiro, os nascimentos de lhama geralmente não têm necessidade de assistência, mas o homem disse que estava sempre cansado de ajudar com os nascimentos no final do dia.
Um garoto foi a uma loja e comprou uma vara de pesca, que media 140 cm de comprimento. Na hora que ele foi entrar no ônibus, o motorista do ônibus disse que ele não poderia levar nada no ônibus que tivesse mais do que 100 cm de comprimento. O garoto voltou na loja, comprou mais uma coisa, o motorista do ônibus então permitiu que ele entrasse no ônibus.
O que é que ele comprou e o que ele fez com isso?
Dicas:
Ele comprou uma caixa de tinha 100cm de comprimento. Ele então colocou a vara de pescar diagonalmente na caixa e , assim sendo, o pacote todo tinha apenas 100 cm de comprimento.
Na Universidade de São Paulo, havia quatro alunos do segundo ano, que cursavam Química Orgânica. Eles haviam se saído bem em todos os testes, seminários, laboratórios, etc, cada um teve uma bela nota “10″ no semestre.
Esses caras estavam se sentindo muito confiantes no fim de semana antes das provas finais, então eles decidiram ir até a Universidade de Campinas para festejar com alguns amigos. Eles se divertiram bastante, no entanto, depois de todas as festas, eles dormiram durante todo o dia de domingo e só conseguiram retornar a São Paulo segunda-feira à tarde.
Ao invés de chegar atrasados para a prova, eles decidiram encontrar o professor após a prova e explicar a ele o motivo pelo qual eles perderam a prova. Eles explicaram que tinham ido para a Universidade de Campinas passar o fim de semana, mas que pretendiam voltar e estudar. Contudo, infelizmente, eles tiveram um pneu furado no caminho de volta, não tinham trazido um pneu sobressalente, e passaram muito tempo sem conseguir ajuda. Como resultado, eles tinham perdido a prova.
O professor pensou e, então concordou que eles poderiam fazer a prova no dia seguinte. Os caras ficaram eufóricos e aliviados. Eles estudaram duro naquela noite e foram no dia seguinte fazer a prova na hora determinada.
O professor colocou os quatro amigos em salas separadas, entregou a cada um deles um caderno de prova, e disse a eles para começar. Eles olharam para a primeira questão, valendo 5 pontos. Era uma coisa simples sobre a formação de radicais livres.
“Legal”, pensaram todos os quatro simultaneamente, cada um em sua sala separada, “isso vai ser fácil.” Cada um terminou a questão e, em seguida, viraram a página. Na segunda página estava escrito: Valendo 95 pontos responder a esta pergunta:
A pergunta final provou para o professor que os alunos estavam mentindo.
Qual era a pergunta?
Qual era o pneu?
Nico, o líder de um bando de assassinos, foi preso pelo reino adversário. “Dê-me seus punhais”, disse um dos generais, “Ou você terá de ser executado. Mas como você já matou muitos dos nossos cavaleiros, vamos dar a você um pequeno teste. Você deve fazer uma afirmação. Se a afirmação for verdadeira, nós iremos te queimar em uma fogueira.
Se a afirmação for falsa, nós te daremos uma facada no coração. Se você não disser nada, você será jogado aos leões. Se você disser algo que nós não possamos verificar se é verdadeiro ou falso, você será forçado a beber um copo de veneno. Se você não falar nada ou se for um paradoxo, nós simplesmente vamos te jogar dentro do vulcão mais próximo. Vamos te dar uma hora para pensar. ”
O que Nico deve dizer?
Aqui estão meus punhais, pode levar.
O que um professor de química disse aos alunos na época das eleições?
Se você não faz parte da solução então faz parte do precipitado!
Uma família foi fazer uma viagem através do estado de Minas Gerais em um ônibus inter-municipal. Os pais traziam os seus filhos para visitar alguns parentes que moravam em uma área rural remota. Quando o ônibus chegou ao pé de uma montanha, as crianças começaram a reclamar que estavam com fome. Os pais decidiram descer do ônibus logo que avistassem algum restaurante. Depois de alguns minutos, eles avistaram um restaurante à beira da estrada, então a esposa o apertou o botão de parada. O ônibus parou no acostamento da estrada e a família desceu. Primeiro o pai, depois a mãe, em seguida os filhos. O ônibus seguiu viagem.
Dentro do restaurante, os pais e as crianças estavam felizes, almoçando e assistindo TV. De repente um plantão de notícias de última hora disse que um terrível acidente tinha acabado de acontecer nas proximidades. Um ônibus tinha sido esmagado por pedras que rolaram de uma montanha e todos a bordo foram mortos.
Os pais ficaram chocados. Era o mesmo ônibus em que tinham acabado de estar. “Eu gostaria que a gente nunca tivesse saído daquele ônibus …”, disse a esposa. Quando o marido ouviu isso, ele cuspiu a comida dele e disse: “O que você está dizendo?”, Ele gritou. “Como você pode dizer isso?”
Então ele pensou por um segundo e disse: “Ah, eu entendo”, disse ele. “Você está certa. Nós não devíamos ter saído.”
Porque eles disseram isso?
Se eles não tivessem saído do ônibus, atrasando a viagem, o ônibus teria passado antes das pedras rolarem montanha abaixo.
Paulo Markstein Jr era filho de um bilionário, e cresceu acostumado a ter tudo o que queria. Seu pai, o Sr Paulo Markstein, nasceu em uma família muito pobre e só alcançou o sucesso através de muito trabalho durante a vida. Após a sua formatura no colégio, Paulo Jr disse ao pai:
“Pai, eu decidi não desperdiçar meu tempo com a faculdade, me dê a minha parte da herança e eu vou sair sem destino mundo afora”.
Então, o Sr Paulo, decidiu que era hora de seu filho receber uma lição de humildade. Ele disse: “Paulo Jr, eu vou fazer um trato. Vou te matricular em um curso de Letras na universidade local. Se você completar o primeiro semestre do curso com um excelente rendimento, e uma média ‘10′, você terá sua herança.”
Paulo Jr. compareceu fielmente ao curso durante o semestre inteiro, e teve uma média 10 para ir para o exame final. Antes do exame, o professor, Dr. Splitter, explicou:
“Este exame é composto por seis questões dissertativas, e vai contar como 50% da nota final. Vocês terão exatamente 60 minutos para completar a prova. Ao final de 60 minutos , vocês vão parar de escrever imediatamente e colocar o seu caderno de prova na minha mesa. Qualquer um que continuar escrevendo após o tempo estabelecido, receberá um ZERO neste exame. ”
Já haviam se passado 30 minutos de exame, e Paulo Jr. percebeu que havia perdido tempo demais para resolver as duas primeiras questões, e que nunca iria terminar a tempo. Ele estava fazendo o exame em uma dessas salas de aula enormes com 500 ou 600 outros estudantes, por isso ele teve uma idéia. Quando o Dr. Splitter avisou que o tempo tinha acabado, Paulo Jr. calmamente continuou escrevendo, imaginando que ele poderia se estender por uns 10 minutos a mais, enquanto os outros estudantes estavam levando os exames até a mesa do professor.
Seu plano parecia funcionar, e ele conseguiu terminar a última pergunta antes que todos os outros exames fossem devolvidos. Ele estava certo de que tinha se dado bem, mas assim que Paulo Jr. foi devolver seu caderno de prova, o Dr. Splitter se virou para ele e disse asperamente: “Jovem, eu te vi escrevendo depois do termino do tempo estabelecido, você vai receber um ‘ZERO’ neste exame! ”
Paulo Jr. de forma condescendente respondeu: “Senhor, você pode estar tomando uma decisão que pode mudar sua carreira. Você tem alguma idéia de quem eu sou?”
O Dr. Splitter presunçosamente retrucou: “Eu não sei, nem francamente me importa quem você é, você desobedeceu minhas regras, e agora você vai pagar o preço.”
Com um pouco de raciocínio rápido, Paulo Jr. acabou com um “10″ no curso de Letras do Dr. Splitter e recebeu a herança que tanto queria.
Como é que ele conseguiu isso?
Dica: Paulo Jr. não tinha nenhuma característica física marcante.
Confiando no seu anonimato, Paulo Jr. simplesmente enfiou seu caderno de prova no meio da pilha sobre a mesa do professor, e correu para fora da sala de aula.
Um duque estava caçando na floresta com os seus soldados e servos quando se deparou com uma árvore. Nela havia um alvo pintado e bem no centro havia uma flecha fincada. Caminhando mais pela floresta, ele observou outros alvos pintados e em todos havia uma flecha bem no centro.
“Quem é este arqueiro incrivelmente habilidoso?” Exclamou o duque.
“Eu preciso encontrá-lo!”
Após caminhar pela floresta por alguns quilômetros ele se deparou com um rapaz carregando um arco e flecha.
O rapaz admitiu que foi ele quem atirou todas as flechas que estavam no centro de todos os alvos.
“Você caminhou até o alvos e martelou as flechas bem no centro, não foi?” Perguntou o duque incrédulo.
“Não, meu senhor. Eu acertei a 100 passos de distância. Eu juro por tudo que é mais sagrado.”
“Isso é realmente surpreendente “, disse o duque.”Tenho a honra de informar que a partir de agora você faz parte do meu exército.”
O rapaz agradeceu profundamente.
“Mas quero pedir um favor em troca”, o duque continuou. “Você precisa me dizer como você conseguiu esse feito excepcional.”
Como é que o rapaz fez isso?
O rapaz atirava as flechas, depois pintava o alvo em torno delas.
Uma mulher foi ao oftalmologista para fazer o exame de vista. Quando o médico fez os ajustes para ela ler as letrinhas, a mulher foi incapaz de falar uma única letra, embora ela estivesse enxergando perfeitamente bem.
Uma vez que a mulher não era surda, nem muda, por que ela não disse nada?
A mulher era analfabeta!
Deram um pedaço de pão a um mendigo, mas nada para colocar dentro do pão. Na esperança de conseguir alguma coisa para colocar dentro do pão, ele foi até um restaurante nas proximidades e pediu uma esmola. O cozinheiro (e também dono do restaurante) o mandou embora sem dar nada, mas o mendigo furtivamente deu a volta até os fundos do restaurante e se aproximou da janela da cozinha, onde ele viu uma grande panela de sopa cozinhando sobre o fogo.
Ele segurou seu pedaço de pão pela janela e sobre a panela fumegante, na esperança de capturar, assim, um pouco de sabor do cheiro do bom vapor.
De repente, o cozinheiro agarrou-o pelo braço e acusou-o de ter roubado sopa.
“Eu não tomei nenhuma sopa”, disse o mendigo. “Eu só estava cheirando o vapor.”
“Então você tem que pagar pelo cheiro”, respondeu o cozinheiro.
O pobre mendigo não tinha dinheiro, de modo que o cozinheiro, com raiva, decidiu levar o caso à justiça. Um tribunal especial móvel de pequenas causas chegou ao restaurante. Agora, nesse momento um honrado senhor, chamado Renato Puntzgerald atuava como o juiz do caso. O juiz então pediu que o cozinheiro e o mendigo se aproximassem e que cada um explicasse o que tinha acontecido.
“Então você exige que ele pague pelo cheiro da sua sopa?” Resumiu Renato depois de ouvir os dois homens.
“Sim, meu senhor!” insistiu o cozinheiro. “A minha sopa é boa e é cara para fazer, por isso os cheiros valiosos devem também ser caros e ter um valor também.”
“Pagamento pelo cheiro? Realmente todas as coisas têm valor, mas o que seria um valor justo para apenas o cheiro de uma panela de sopa? Esse é o problema aqui.”
Eis então que algo atrás deles chamou a atenção do juiz Renato, quando um homem pagou por uma cerveja no balcão e foi embora. “Ah, sim. Sim, de fato, há um pagamento justo para apenas o cheiro de sua sopa”.
Como poderia haver um valor justo para apenas o cheiro do cozimento de uma sopa?
Dica: Um som chamou a atenção do juiz!
O juiz, disse que ele ia pagar e tirou a sua carteira e chocalhou esta para as moedas fazerem barulho, e pronto está pago com o rico som do dinheiro!
O que é que a joaninha disse para o grilo?
Deixe de ser cri cri :DDDDDD
Charadas Outubro 4, 2022, às 17:16 Permalink