O que é que nunca volta, embora nunca tenha ido?
O que é que nunca volta, embora nunca tenha ido?
Alan, Bernardo e Celso foram pegos roubando, então o rei os mandou para o calabouço. O rei, porém, decidiu dar a eles uma chance. Ele ordenou que eles formassem uma fila e colocou um chapéu na cabeça de cada um deles. O rei disse a eles que, se eles respondessem corretamente a uma charada, eles seriam libertados. Eis a charada:
“Cada um de vocês está usando um chapéu na cabeça. Vocês não sabem a cor do chapéu em sua própria cabeça. Se algum de vocês adivinhar a cor do chapéu que está usando, eu vou deixar todos vocês livres. Mas antes de responder você deve se manter na fila. E não pode se virar para olhar para trás ou em volta. Aqui estão as minhas únicas dicas: existe apenas chapéus pretos e chapéus brancos. Pelo menos um chapéu é preto. Pelo menos um chapéu é branco.” Disse o rei.
Alan não podia ver nenhum chapéu.
Bernardo podia ver o chapéu de Alan, mas não podia ver o seu próprio chapéu.
Celso podia ver o chapéu de Bernardo e de Alan, mas não conseguia ver o seu próprio chapéu.
Após 1 minuto ninguém tinha resolvido a charada.
Mas logo em seguida Bernardo resolveu a charada.
“Meu chapéu é branco!” Disse Bernardo
Como é que ele sabia?
Dica: Ele não podia ver seu próprio chapéu.
Bernardo sabia a resposta, porque Celso não disse nada depois de um minuto. Se os chapéus de Bernardo e Alan fossem ambos da mesma cor, Celso saberia qual a cor do seu chapéu. Mas Celso não sabia. Então Bernardo sabia que a cor do seu chapéu era diferente da cor do chapéu de Alan. Como o chapéu de Alan era preto, Bernardo sabia que seu chapéu era branco.
Na Universidade de São Paulo, havia quatro alunos do segundo ano, que cursavam Química Orgânica. Eles haviam se saído bem em todos os testes, seminários, laboratórios, etc, cada um teve uma bela nota “10″ no semestre.
Esses caras estavam se sentindo muito confiantes no fim de semana antes das provas finais, então eles decidiram ir até a Universidade de Campinas para festejar com alguns amigos. Eles se divertiram bastante, no entanto, depois de todas as festas, eles dormiram durante todo o dia de domingo e só conseguiram retornar a São Paulo segunda-feira à tarde.
Ao invés de chegar atrasados para a prova, eles decidiram encontrar o professor após a prova e explicar a ele o motivo pelo qual eles perderam a prova. Eles explicaram que tinham ido para a Universidade de Campinas passar o fim de semana, mas que pretendiam voltar e estudar. Contudo, infelizmente, eles tiveram um pneu furado no caminho de volta, não tinham trazido um pneu sobressalente, e passaram muito tempo sem conseguir ajuda. Como resultado, eles tinham perdido a prova.
O professor pensou e, então concordou que eles poderiam fazer a prova no dia seguinte. Os caras ficaram eufóricos e aliviados. Eles estudaram duro naquela noite e foram no dia seguinte fazer a prova na hora determinada.
O professor colocou os quatro amigos em salas separadas, entregou a cada um deles um caderno de prova, e disse a eles para começar. Eles olharam para a primeira questão, valendo 5 pontos. Era uma coisa simples sobre a formação de radicais livres.
“Legal”, pensaram todos os quatro simultaneamente, cada um em sua sala separada, “isso vai ser fácil.” Cada um terminou a questão e, em seguida, viraram a página. Na segunda página estava escrito: Valendo 95 pontos responder a esta pergunta:
A pergunta final provou para o professor que os alunos estavam mentindo.
Qual era a pergunta?
Qual era o pneu?
O que pode trazer de volta os mortos, nos fazer chorar, nos fazer rir, fazer a gente se sentir jovem, nasce em um instante e dura uma vida toda?
Memórias
O que você joga fora quando você quer usar, mas pega de volta quando você não quer usar?
Dica: oceano
Uma âncora!
Hugo Outubro 8, 2015, às 10:41 Permalink
Passado.