Qual é a primeira palavra dita pelo filho…
Qual é a primeira palavra dita pelo filho do lenhador?
Alan, Bernardo e Celso foram pegos roubando, então o rei os mandou para o calabouço. O rei, porém, decidiu dar a eles uma chance. Ele ordenou que eles formassem uma fila e colocou um chapéu na cabeça de cada um deles. O rei disse a eles que, se eles respondessem corretamente a uma charada, eles seriam libertados. Eis a charada:
“Cada um de vocês está usando um chapéu na cabeça. Vocês não sabem a cor do chapéu em sua própria cabeça. Se algum de vocês adivinhar a cor do chapéu que está usando, eu vou deixar todos vocês livres. Mas antes de responder você deve se manter na fila. E não pode se virar para olhar para trás ou em volta. Aqui estão as minhas únicas dicas: existe apenas chapéus pretos e chapéus brancos. Pelo menos um chapéu é preto. Pelo menos um chapéu é branco.” Disse o rei.
Alan não podia ver nenhum chapéu.
Bernardo podia ver o chapéu de Alan, mas não podia ver o seu próprio chapéu.
Celso podia ver o chapéu de Bernardo e de Alan, mas não conseguia ver o seu próprio chapéu.
Após 1 minuto ninguém tinha resolvido a charada.
Mas logo em seguida Bernardo resolveu a charada.
“Meu chapéu é branco!” Disse Bernardo
Como é que ele sabia?
Dica: Ele não podia ver seu próprio chapéu.
Bernardo sabia a resposta, porque Celso não disse nada depois de um minuto. Se os chapéus de Bernardo e Alan fossem ambos da mesma cor, Celso saberia qual a cor do seu chapéu. Mas Celso não sabia. Então Bernardo sabia que a cor do seu chapéu era diferente da cor do chapéu de Alan. Como o chapéu de Alan era preto, Bernardo sabia que seu chapéu era branco.
Um fluxo constante de pessoas entra no lugar onde João trabalha e essas pessoas levam os seus preciosos pertences. As pessoas não pagam pelo que levam. João lhes permite tirar o máximo que podem transportar, desde que mantenham a boca fechada.
O que é que as pessoas estão pegando e qual é o emprego de João?
As pessoas estão pegando livros e João trabalha numa biblioteca.
O detetive Lauro recebeu um telefonema de um fazendeiro inquieto no início da manhã. Uma de suas lhamas premiadas havia desaparecido enquanto ele acompanhava com atenção uma lhama prenha. Aparentemente, o fazendeiro não tinha feito nada além de acompanhar a lhama por dias, pois o nascimento poderia ocorrer a qualquer momento. No entanto, ele ainda precisava alimentar as outras lhamas, por isso, enquanto saiu rapidamente para alimentá-las, o fazendeiro notou que uma de suas favoritas lhamas estava faltando. E também devia ser algo recente, a julgar pelo fato de as outras lhamas ainda estarem rondando o portão, um lugar que normalmente elas evitam. O fazendeiro queria que o detetive Lauro viesse imediatamente para investigar. Lauro concordou, desligou o telefone e pegou as chaves do carro.
Do lado de fora da fazenda de lhamas, o detetive Lauro viu uma van estacionada junto ao portão. A pessoa dentro viu e saiu com um sorriso nervoso. Lauro cumprimentou o homem e perguntou o que ele estava fazendo ali. O homem se identificou como um especialista em lhama, e disse que tinha chegado à fazenda para ajudar com um novo nascimento.
Lauro balançou a cabeça e disse: “Deve ser um trabalho muito difícil ser um especialista em lhamas.”
“Ah, sim”, disse ao homem: “Às vezes, há tantas crianças de lhama nascendo, que eu acho muito cansativo todo esse trabalho árduo, e durmo logo que chego em casa.”
“Bem, eu receio que você não vai a lugar nenhum hoje à noite, exceto à cadeia se você não devolver a lhama que roubou deste fazendeiro inquieto, Sr. Especialista.” Lauro disse com um leve sorriso no rosto.
Como o detetive Lauro sabia que a razão do homem estar ali era falsa? E como o detetive Lauro sabia que homem, na verdade, levou a lhama?
O detective Lauro sabia que o homem estava mentido por 3 motivos:
Primeiro, o homem disse que estava lá para ajudar com o nascimento. Ele não poderia saber sobre o nascimento recente, porque o fazendeiro não tinha feito nada além de acompanhar a lhama prenha, até que ele teve que sair para alimentar as outras lhamas. Portanto o fazendeiro nunca chamou o especialista em lhama, e mesmo se fizesse, ele nunca teria chamado assim no final da gravidez.
Segundo, o “especialista em lhama”, referiu-se ao bebê lhama como uma criança em vez do termo correto de “cria”.
Terceiro, os nascimentos de lhama geralmente não têm necessidade de assistência, mas o homem disse que estava sempre cansado de ajudar com os nascimentos no final do dia.
Na Universidade de São Paulo, havia quatro alunos do segundo ano, que cursavam Química Orgânica. Eles haviam se saído bem em todos os testes, seminários, laboratórios, etc, cada um teve uma bela nota “10″ no semestre.
Esses caras estavam se sentindo muito confiantes no fim de semana antes das provas finais, então eles decidiram ir até a Universidade de Campinas para festejar com alguns amigos. Eles se divertiram bastante, no entanto, depois de todas as festas, eles dormiram durante todo o dia de domingo e só conseguiram retornar a São Paulo segunda-feira à tarde.
Ao invés de chegar atrasados para a prova, eles decidiram encontrar o professor após a prova e explicar a ele o motivo pelo qual eles perderam a prova. Eles explicaram que tinham ido para a Universidade de Campinas passar o fim de semana, mas que pretendiam voltar e estudar. Contudo, infelizmente, eles tiveram um pneu furado no caminho de volta, não tinham trazido um pneu sobressalente, e passaram muito tempo sem conseguir ajuda. Como resultado, eles tinham perdido a prova.
O professor pensou e, então concordou que eles poderiam fazer a prova no dia seguinte. Os caras ficaram eufóricos e aliviados. Eles estudaram duro naquela noite e foram no dia seguinte fazer a prova na hora determinada.
O professor colocou os quatro amigos em salas separadas, entregou a cada um deles um caderno de prova, e disse a eles para começar. Eles olharam para a primeira questão, valendo 5 pontos. Era uma coisa simples sobre a formação de radicais livres.
“Legal”, pensaram todos os quatro simultaneamente, cada um em sua sala separada, “isso vai ser fácil.” Cada um terminou a questão e, em seguida, viraram a página. Na segunda página estava escrito: Valendo 95 pontos responder a esta pergunta:
A pergunta final provou para o professor que os alunos estavam mentindo.
Qual era a pergunta?
Qual era o pneu?
Nico, o líder de um bando de assassinos, foi preso pelo reino adversário. “Dê-me seus punhais”, disse um dos generais, “Ou você terá de ser executado. Mas como você já matou muitos dos nossos cavaleiros, vamos dar a você um pequeno teste. Você deve fazer uma afirmação. Se a afirmação for verdadeira, nós iremos te queimar em uma fogueira.
Se a afirmação for falsa, nós te daremos uma facada no coração. Se você não disser nada, você será jogado aos leões. Se você disser algo que nós não possamos verificar se é verdadeiro ou falso, você será forçado a beber um copo de veneno. Se você não falar nada ou se for um paradoxo, nós simplesmente vamos te jogar dentro do vulcão mais próximo. Vamos te dar uma hora para pensar. ”
O que Nico deve dizer?
Aqui estão meus punhais, pode levar.
O que é, o que é, junta pelo com pelo e deixa o pelado dentro?
Os olhos
CASA
Olho
Um dia, eu estava esperando para entrar no metrô. Eu estava comendo a maçã que eu sempre trago do café da manhã, e eu decidi sentar num banco ao lado de um mendigo. Enquanto esperávamos, vimos um homem gordo caminhar por nós. O mendigo então murmurou, “Porco”.
Eu não dei muita atenção, mas achei que o comentário foi rude. Demoraria ainda alguns minutos até o próximo trem do metrô chegar, e outro homem passou por nós. Ele era alto, usava um terno. Enquanto ele passava, o homem disse: “Humano”. Eu não pensei demais a respeito do comentário, até porque, obviamente, era um humano. O metrô finalmente chegou, e eu fui para o trabalho.
No dia seguinte, o mendigo ainda estava lá na estação de metrô. Hoje eu assisti a uma certa distância. Várias pessoas passaram por ele, uma mulher magra, um homem musculoso, e uma senhora idosa. Por sua vez, ele murmurou, “Sopa”, “Porco” e “Biscoito”. Rótulos estranhos, eu pensei, porque, obviamente, nenhum deles era um biscoito. Peguei o metrô de novo, e fui trabalhar. Eu não conseguia parar de pensar sobre o homem estranho na estação de metrô.
Eu o observei pelos dias que se seguiram, e ele continuou com este comportamento estranho. Ele chamava as pessoas de pão, cenoura, coelho, leite e outras coisas estranhas.
No dia seguinte, eu passei pelo mendigo mais uma vez, e ele silenciosamente murmurou, “Maçã”. Nesse momento, eu finalmente entendi o que estava acontecendo. Então, lembrei de algo, e fiquei bastante chocado.
Qual era a habilidade do mendigo e porque é que eu fiquei chocado?
Era a habilidade de saber o que as pessoas tinham comido por último, visto que ele sabia que eu como sempre uma maçã ao pequeno almoço, o choque é saber que uma das pessoas era canibal porque comeu um humano! ;D
Charadas Outubro 4, 2022, às 17:45 Permalink
MAMA-DEEEIRA.