O que é de graça, mas tem que se pagar?
O que é de graça, mas tem que se pagar?
Paulo Markstein Jr era filho de um bilionário, e cresceu acostumado a ter tudo o que queria. Seu pai, o Sr Paulo Markstein, nasceu em uma família muito pobre e só alcançou o sucesso através de muito trabalho durante a vida. Após a sua formatura no colégio, Paulo Jr disse ao pai:
“Pai, eu decidi não desperdiçar meu tempo com a faculdade, me dê a minha parte da herança e eu vou sair sem destino mundo afora”.
Então, o Sr Paulo, decidiu que era hora de seu filho receber uma lição de humildade. Ele disse: “Paulo Jr, eu vou fazer um trato. Vou te matricular em um curso de Letras na universidade local. Se você completar o primeiro semestre do curso com um excelente rendimento, e uma média ‘10′, você terá sua herança.”
Paulo Jr. compareceu fielmente ao curso durante o semestre inteiro, e teve uma média 10 para ir para o exame final. Antes do exame, o professor, Dr. Splitter, explicou:
“Este exame é composto por seis questões dissertativas, e vai contar como 50% da nota final. Vocês terão exatamente 60 minutos para completar a prova. Ao final de 60 minutos , vocês vão parar de escrever imediatamente e colocar o seu caderno de prova na minha mesa. Qualquer um que continuar escrevendo após o tempo estabelecido, receberá um ZERO neste exame. ”
Já haviam se passado 30 minutos de exame, e Paulo Jr. percebeu que havia perdido tempo demais para resolver as duas primeiras questões, e que nunca iria terminar a tempo. Ele estava fazendo o exame em uma dessas salas de aula enormes com 500 ou 600 outros estudantes, por isso ele teve uma idéia. Quando o Dr. Splitter avisou que o tempo tinha acabado, Paulo Jr. calmamente continuou escrevendo, imaginando que ele poderia se estender por uns 10 minutos a mais, enquanto os outros estudantes estavam levando os exames até a mesa do professor.
Seu plano parecia funcionar, e ele conseguiu terminar a última pergunta antes que todos os outros exames fossem devolvidos. Ele estava certo de que tinha se dado bem, mas assim que Paulo Jr. foi devolver seu caderno de prova, o Dr. Splitter se virou para ele e disse asperamente: “Jovem, eu te vi escrevendo depois do termino do tempo estabelecido, você vai receber um ‘ZERO’ neste exame! ”
Paulo Jr. de forma condescendente respondeu: “Senhor, você pode estar tomando uma decisão que pode mudar sua carreira. Você tem alguma idéia de quem eu sou?”
O Dr. Splitter presunçosamente retrucou: “Eu não sei, nem francamente me importa quem você é, você desobedeceu minhas regras, e agora você vai pagar o preço.”
Com um pouco de raciocínio rápido, Paulo Jr. acabou com um “10″ no curso de Letras do Dr. Splitter e recebeu a herança que tanto queria.
Como é que ele conseguiu isso?
Dica: Paulo Jr. não tinha nenhuma característica física marcante.
Confiando no seu anonimato, Paulo Jr. simplesmente enfiou seu caderno de prova no meio da pilha sobre a mesa do professor, e correu para fora da sala de aula.
Você contrata um homem para trabalhar para você durante sete dias. Você deseja pagar em dinheiro, mas está sem dinheiro e decidi pagar o homem com ouro até que você tenha o dinheiro. Você tem uma barra de ouro que pode ser facilmente dividida em sete partes iguais, como uma barra de chocolate (todas em uma linha). Você deseja pagar o homem com uma parte de ouro por dia, mas gostaria de minimizar o número de divisões na barra (uma vez que você pretende recuperá-la).
Qual é o número mínimo de divisões necessárias, a fim de pagar a ele a cada dia? (E onde é que você fará as divisões?)
Duas divisões é o mínimo.
Divida um pedaço e faça mais uma divisão de modo a ficar com 2 barrinhas juntas e 4 barrinhas juntas. Pague com um pedaço no dia 1. Pegue de volta e pague com o duas peças no dia 2. Pague com o pedaço extra no dia 3. Pegue os dois pedaços de volta e pague com o quarteto (a peça com as 4 barrinhas) no dia quatro. Pague com um e quatro no dia 5, dois e quatro no dia 6 e todas as peças no dia 7.
Deram um pedaço de pão a um mendigo, mas nada para colocar dentro do pão. Na esperança de conseguir alguma coisa para colocar dentro do pão, ele foi até um restaurante nas proximidades e pediu uma esmola. O cozinheiro (e também dono do restaurante) o mandou embora sem dar nada, mas o mendigo furtivamente deu a volta até os fundos do restaurante e se aproximou da janela da cozinha, onde ele viu uma grande panela de sopa cozinhando sobre o fogo.
Ele segurou seu pedaço de pão pela janela e sobre a panela fumegante, na esperança de capturar, assim, um pouco de sabor do cheiro do bom vapor.
De repente, o cozinheiro agarrou-o pelo braço e acusou-o de ter roubado sopa.
“Eu não tomei nenhuma sopa”, disse o mendigo. “Eu só estava cheirando o vapor.”
“Então você tem que pagar pelo cheiro”, respondeu o cozinheiro.
O pobre mendigo não tinha dinheiro, de modo que o cozinheiro, com raiva, decidiu levar o caso à justiça. Um tribunal especial móvel de pequenas causas chegou ao restaurante. Agora, nesse momento um honrado senhor, chamado Renato Puntzgerald atuava como o juiz do caso. O juiz então pediu que o cozinheiro e o mendigo se aproximassem e que cada um explicasse o que tinha acontecido.
“Então você exige que ele pague pelo cheiro da sua sopa?” Resumiu Renato depois de ouvir os dois homens.
“Sim, meu senhor!” insistiu o cozinheiro. “A minha sopa é boa e é cara para fazer, por isso os cheiros valiosos devem também ser caros e ter um valor também.”
“Pagamento pelo cheiro? Realmente todas as coisas têm valor, mas o que seria um valor justo para apenas o cheiro de uma panela de sopa? Esse é o problema aqui.”
Eis então que algo atrás deles chamou a atenção do juiz Renato, quando um homem pagou por uma cerveja no balcão e foi embora. “Ah, sim. Sim, de fato, há um pagamento justo para apenas o cheiro de sua sopa”.
Como poderia haver um valor justo para apenas o cheiro do cozimento de uma sopa?
Dica: Um som chamou a atenção do juiz!
O juiz, disse que ele ia pagar e tirou a sua carteira e chocalhou esta para as moedas fazerem barulho, e pronto está pago com o rico som do dinheiro!
Um arqueólogo alega ter encontrado uma moeda romana datada de 46 A.C no Egito.
Quanto é que um colecionador de moedas deve pagar por essa moeda?
Nota: moedas romanas podem realmente ser achadas no Egito.
Nada! A moeda é tão falsa quanto uma nota de três reais. Em 46 A.C (Antes de Cristo), eles não teriam como saber quantos anos depois Jesus Cristo surgiria.
Hugo Outubro 8, 2015, às 14:05 Permalink
O trabalho do palhaço.